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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Simpósio Brasil Sul de Suinocultura apresenta novas tecnologias
Multinacional leva tecnologia inovadora em nutrição de suínos para o X Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

Novas tecnologias e experiências no agronegócio serão apresentadas a partir de terça-feira, dia 1º de agosto, em Chapecó (SC) durante o X Simpósio Brasil Sul de Suinocultura.
O evento segue até quinta-feira, dia 3 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo Nes.
A multinacional holandesa especializada em nutrição animal, De Heus, participa do evento com um estande. A companhia vai apresentar a nova linha de rações premiun Romelko, para nutrição de leitões.
A ração é novidade no Brasil e chega para assegurar ao produtor leitões perfeitamente saudáveis, pois esta é a base para crescimento e melhor produtividade.
A nutrição nesse sistema assegura ao animal, na fase de maternidade e creche, nutrientes essenciais diariamente, sem o risco de ingerir substâncias perigosas à sua saúde, mantendo a qualidade constante e desenvolvemdo o sistema digestivo dos leitões de forma harmônica.
Para Hermanus Wigman, presidente da empresa, esse é um dos eventos científicos mais importantes para o mercado. “Quando chegou ao Brasil, a De Heus veio com vários conceitos inovadores em nutrição de suínos. Participar do Brasil Sul foi, então, uma decisão natural, pois o Simpósio já era um fórum primordial na discussão de inovações tecnológicas para o setor”.
O evento discutirá a importância da relação nutrição e gestação das fêmeas – todos os aspectos que interferem na qualidade, na longevidade e no futuro da matriz; situação atual de antimicrobianos na produção de suínos e seu uso adequado; fatores ambientais que interferem na sanidade de leitões; segurança alimentar; e diversos outros assuntos de interesse do setor.
Para Wigman, o crescimento do setor e da atuação da De Heus no Brasil tem possibilitado a criação de novas tecnologias a serem apresentadas no Simpósio. “A sinergia tem sido ótima. Agora, lançamos a Ração Premium Romelko para leitões e, mais uma vez, o Simpósio ocupará lugar de destaque na difusão dessa nova tecnologia De Heus”, finaliza.
Para saber mais detalhes e participar, basta acessar o site: www.nucleovet.com.br.


AGENDA
X Simpósio Brasil Sul de Suinocultura
Onde: Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês (R. Assis Brasil, 20 D – Centro) em Chapecó (SC)

Quando:  Terça-feira, 1º de agosto, das 14h às 19h30;  quarta-feira, 2 de agosto, das 9h às 22h;  e 3 de agosto, das 9h às 13h30

http://economiasc.com.br/simposio-brasil-sul-de-suinocultura-apresenta-novas-tecnologias/

https://goo.gl/4kV6fw
https://goo.gl/shDGKh
Agronegócio catarinense sente os efeitos da estiagem

Produtores do agronegócio catarinense contabilizam prejuízos de R$ 22 milhões com estiagem


O agronegócio de Santa Catarina já sente os impactos da falta de chuva. Os principais prejuízos são observados nas pastagens, que influenciam a produção de leite e carne. As altas temperaturas e a falta de chuvas vêm comprometendo a produção de leite. Os produtores contabilizam prejuízos de R$ 22 milhões.

Em 2017, a produção catarinense leite vinha superando os números de 2016. Os levantamentos do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) apontam que, no primeiro semestre deste ano, as indústrias estaduais inspecionadas captaram cerca de 8% a mais de leite do que no mesmo período de 2016.

Esse crescimento está sendo prejudicado pela falta de chuvas e altas temperaturas de junho/julho em Santa Catarina, que provocam falta de umidade no solo e refletem na quantidade e qualidade das pastagens disponíveis para os animais. Para alimentar os bovinos, os produtores estão recorrendo à silagem, feno, “pré-secado” ou rações, nem sempre disponíveis nas quantidades necessárias e com impacto direto nos custos da produção.

Como Santa Catarina tem uma diversidade de sistemas de produção de leite, as estimativas de perdas com a estiagem variam entre as regiões. Mas os relatório do Epagri/Cepa já apontam para uma queda na produção estadual de 8%, isso significa que as indústrias inspecionadas deixaram de captar cerca de 18 milhões de litros de leite.

As estiagens não são raras em Santa Catarina e o agronegócio deve estar preparado para enfrentar esses períodos de seca. A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca é uma grande apoiadora de projetos envolvendo captação, armazenagem e uso de água da chuva. Desde 2015, os Programas da Secretaria possibilitam investimentos que superam os R$ 27,9 milhões para a construção de cisternas, poços artesianos e sistemas de irrigação.

“A água é fundamental para a agricultura e pecuária, nós temos meses com excesso de chuvas e essa água não pode ser desperdiçada. A captação e a armazenagem da água da chuva são indispensáveis para termos uma agricultura familiar sustentável”, ressalta o secretário da Agricultura Moacir Sopelsa.

São três Programas da Agricultura voltados para esses projetos: o Programa Irrigar, o Programa De Fomento À Produção Agropecuária e o Programa Água para o Campo. Sem contar os investimentos feitos através do Programa Juro Zero Agricultura/Piscicultura.

Região de Chapecó

Os maiores impactos da estiagem são na pecuária de leite. Segundo o técnico da Epagri da região, Gilberto Luiz Curti, a queda na produção de leite pode chegar a 15%. O mau desenvolvimento das pastagens já causa prejuízos também para a bovinocultura de corte, com uma estimativa de perdas em torno de 5% na região.

Impactos menores são observados nas lavouras de trigo e na fruticultura. Devido ao calor fora de época, muitas cultivares de pêssego já iniciaram a floração e as perdas na produção são estimadas em 3%.

Regiões de Rio do Sul e Ituporanga

As plantações de cebola já estão com 65% das áreas plantadas e ainda não houve relatos de perdas em função da estiagem.  Devido, principalmente, ao uso de irrigação. O técnico da Epagri da região de Ituporanga, Saturnino dos Santos, explica que, para os produtores com sistema de irrigação a campo, a situação é de estabilidade e de excelente desenvolvimento inicial das culturas. “Esta condição favorável está presente em mais de 95% dos produtores das regiões de Joaçaba e Ituporanga e em aproximadamente 30% das propriedades de Alfredo Wagner, regiões representativas da produção de cebola e alho em Santa Catarina”.

Região de Lages

Na região de Lages a principal preocupação também é com as pastagens. A falta de chuvas atrasou o plantio das lavouras de aveia e aquelas que foram plantadas logo após as intensas chuvas registradas no início de junho se encontram com crescimento prejudicado. De acordo com o técnico da Epagri da região, João Zanatta, quando as chuvas se regularizarem, a aveia retoma o desenvolvimento vegetativo até a floração e final de ciclo. As perdas na produção de leite são calculadas em torno de 20%.

A produção de trigo na região também deve ser afetada, com expectativa de redução na área plantada.

Região de Canoinhas

A região passa por período prolongado de estiagem e com ocorrências constantes de geadas, o que pode trazer alguns prejuízos na produção de leite e de trigo. Os técnicos da Epagri e produtores já têm observado uma queda na quantidade produzida de leite, principalmente nas propriedades onde as áreas de pastagens são menores e não há silagem. Nesses casos a produção pode ser até 25% menor. Nas propriedades com rodízio de pastoreio nas pastagens e naquelas que dispõe de silagem, a queda na produção é menor e gira em torno de 10%.

Segundo informações do técnico da Epagri na região, Getúlio Tonet, a perda diária na produção de leite gira em torno de 10%. “A situação pode se agravar com a permanência da estiagem ou voltar à produção normal com a ocorrência de chuvas”.

Para as áreas de trigo na região de Canoinhas a preocupação maior é com as aplicações de fertilizantes de correção ou complementação do solo, que necessitam de umidade para a efetivação dessa prática. “Esse período será determinante para as áreas. O crescimento é muito rápido e com alta demanda diária de nutrientes do solo. É um período de crescimento crítico, pois é quando ocorre a formação de folhas, raízes profundas, inflorescências férteis e reservas nos colmos em desenvolvimento vegetativo”, explica Tonet.

De todo o trigo plantado na região, 10% está em início de desenvolvimento, 20% em início de perfilhamento e 70% está em plena fase de desenvolvimento vegetativo.

Programas contra Estiagem

O Programa Irrigar incentiva o armazenamento de água em tanques escavados ou ainda em pequenos barramentos com a subvenção aos juros dos financiamentos contraídos pelos produtores rurais.  Desde 2015 já foram investidos R$ 4 milhões em projetos de irrigação para 147 famílias do meio rural catarinense, sendo que a Secretaria da Agricultura responderá pelo pagamento dos juros num valor de R$ 501 mil.

O Programa de Fomento à Produção Agropecuária concede financiamentos, sem juros, para investimentos na produção agropecuária, melhorando o processo produtivo, agregação de valor, desenvolvimento da pesca e da aqüicultura. Entre os itens financiáveis está a construção de cisternas, poços artesianos e sistemas de irrigação.  Nos últimos dois anos, foram 71 produtores beneficiados que investiram R$ 1,41 milhão nesses sistemas.

O Programa Água para o Campo, uma ação do Pacto por Santa Catarina, irá construir 235 cisternas no estado. Os produtores já foram cadastrados e as obras estão em andamento. Mesmo após o encerramento do Programa Juro Zero Agricultura/Piscicultura, a Secretaria da Agricultura continua pagando os juros dos financiamentos contratados. De 2015 a 2017, 386 produtores investiram mais de R$ 12,5 milhões em sistemas de captação, armazenagem e uso de água da chuva, sendo que a Secretaria paga R$ 1,17 milhões em juros.
 http://economiasc.com.br/agronegocio-catarinense-sente-os-efeitos-da-estiagem/
Exportações de carnes de aves já superam US$ 1 bi

Exportações catarinenses de carnes de aves fecham mês de julho com alta de 7,6%

Exportações catarinenses de carnes de aves seguem em crescimento e fecham o mês de julho com alta de 7,6% no faturamento. Principal produto na pauta de exportações de Santa Catarina, os envios de carne de aves geraram uma receita de US$ 164,4 milhões no último mês com 93,9 mil toneladas vendidas para o exterior, 13,7% a mais do que em junho.

No acumulado do ano, as exportações de carnes de aves já ultrapassam as 555,8 mil toneladas e o faturamento passou de um bilhão de dólares. O volume exportado é 4% menor do que no mesmo período de 2016, porém as receitas já superaram em quase 7% o último ano.

Outro importante produto do agronegócio catarinense, a carne suína também segue dando boas notícias. De janeiro a julho de 2017, foram 162,3 mil toneladas exportadas e as receitas passam de US$ 385,4 milhões, 36% a mais do que o faturamento no mesmo período de 2016.

Só no mês de julho foram 23,3 mil toneladas enviadas para países como Rússia, China e Hong Kong, faturando mais de US$ 23,3 milhões. Embora o resultado seja positivo, houve uma queda tanto na quantidade quanto nas receitas de, respectivamente, 9,4% e 13,9% em relação a junho. Mesmo assim, o valor arrecadado é 5,4% superior àquele de julho de 2016.

Santa Catarina é um grande exportador de proteína animal e seu grande diferencial está na sanidade do rebanho. O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, explica que no estado a saúde dos rebanhos é prioridade e é justamente isso que dá acesso aos mercados mais competitivos do mundo. Hoje, Santa Catarina é o único estado do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa sem vacinação e, junto com o Rio Grande do Sul, faz parte de uma zona livre de peste suína clássica.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri).

Tradição no agronegócio

Com forte tradição na pecuária, Santa Catarina é berço das principais empresas do setor de carnes do Brasil. O estado conta com 18 mil produtores integrados às agroindústrias e o setor de carnes gera quase 60 mil empregos diretos em frigoríficos e indústrias de beneficiamento. Como maior produtor nacional de carne suína e o segundo maior de carne de frango, Santa Catarina atende o mercado brasileiro e o exterior, com presença em mais de 120 países.
Colombo viaja aos EUA para pedir renovação do SC Rural
Voltado para a agricultura familiar catarinense, programa é financiado pelo Banco Mundial, liderado por Joaquim Levy


O governador Raimundo Colombo embarcou na terça-feira (8) para os EUA, com intuito de renovar com a diretoria do Banco Mundial o programa SC Rural. O órgão financia o incentivo a produtores rurais de todas regiões de Santa Catarina desde 2011.
O término do contrato estava previsto para este ano. Entre 8 a 13 de agosto, período da viagem, assume interinamente o vice-governador, Eduardo Pinho Moreira. Em Washington DC, Colombo terá reunião com Joaquim Levy, diretor-geral e diretor financeiro do Banco Mundial.
Nos dias 11 e 12, o governador estará em agenda particular, e no dia 13, viaja de volta a Santa Catarina.

Como funciona o SC Rural

É executado pelo Governo do Estado em parceria com o Banco Mundial e destina recursos não reembolsáveis a empreendimentos da agricultura familiar, mediante contrapartida dos beneficiários.
Os empreendimentos apoiados abrangem atividades agrícolas ou não agrícolas, por meio de projetos de caráter estruturante, de melhorias de sistemas produtivos ou planos de negócios. Além de outras ações implementadas por cooperativas e associações de agricultores familiares.
Também promove iniciativas para inclusão digital e tecnológica. O programa é coordenado pela Secretaria da Agricultura e executado pela Epagri, Cidasc, Fatma, Polícia Militar Ambiental, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Secretaria de Infraestrutura.
Em 2016, o SC Rural investiu R$ 54 milhões em ações que vão desde melhorias na infraestrutura do meio rural, passando por ações no meio ambiente e turismo, até o apoio a empreendimentos da agricultura familiar.
“Eu não tenho dúvidas de que o SC Rural é hoje a melhor experiência no meio rural do Brasil. Tenho certeza que não existe nada no Brasil que tenha avançado tanto nessa área”, afirma o secretário executivo do SC Rural, Julio Cezar Bodanese.

Colombo viaja aos EUA para pedir renovação do SC Rural